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    Destaques

    Movimentos identitários e a crise liberal são temas de ‘Mundo Fraturado’, obra de Diogo Ramos Coelho; blog entrevistou o autor

    Por 12/08/2024Nenhum comentário5 Minutos de Leitura
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    Capa do livro ‘Mundo Fraturado: uma reflexão a crise da ordem liberal’.
    Reprodução/ Editora Matrix
    A polarização no mundo hoje não se dá apenas entre esquerda e direita, mas se alimenta também de divisões dentro dos próprios movimentos liberais e conservadores tradicionais.
    Sob o ponto de partida da cisão dentro dos grupos conservadores americanos, o diplomata e economista Diogo Ramos Coelho mergulha, em seu novo livro, na fragmentação global e no crescimento do “nacional-populismo” a partir da ascensão da política identitária.
    Tendo os Estados Unidos como foco de estudo, o caminho traçado em “Mundo Fraturado”, pode ser percebido em vários países.
    O blog conversou com o autor, que inicia o tour de lançamento de seu livro nesta semana, em Brasília. Confira abaixo a entrevista.
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    Ana Flor — A polarização persiste no mundo e parece cada vez mais forte. Nos Estados Unidos, Donald Trump capturou o movimento conservador e se mantém popular mesmo depois da derrota de 2020. O que explica esta força?
    Diogo Ramos Coelho — Eu explico no livro que a política, em diversas democracias ocidentais, está marcada por uma batalha de identidades.
    A formação de alianças políticas, hoje, tende a priorizar aspectos identitários. Esse discurso era inicialmente associado à esquerda, mas hoje vemos uma direita que igualmente preza por categorias identitárias: etnia, religião, família, nação.
    Essa mudança é bastante visível nos Estados Unidos. Pouco tempo atrás, o debate entre conservadores e progressistas ocorria sobre temas mais corriqueiros.
    Por exemplo, como melhor promover o crescimento econômico, com mais ou menos intervenção do estado? Outros debates, bastante necessários, diziam respeito a como reduzir desigualdades e como incluir grupos antes marginalizados (mulheres, negros, imigrantes, homossexuais), com uma mensagem universalista e com base no fim de diferenciações.
    Na medida em que uma visão identitária passou a nortear o debate político, surgiu uma disputa também dentro do movimento conservador americano.
    Esse movimento, no fim do século passado, foi representado por uma fusão de duas perspectivas que possuem consideráveis divergências entre si: os tradicionalistas e os libertários.
    Nessa síntese, a defesa das tradições, dos costumes e da cultura passou a incluir também a defesa do “laissez-faire” econômico [ modelo político e econômico de não intervenção estatal] e da ética individualista.
    O governo de Ronald Reagan foi o exemplo máximo dessa síntese, que sobreviveu com Bush pai e filho. Desde 2010, porém, esse consenso foi desfeito.
    A ascensão política de Donald Trump foi a pá de cal no equilíbrio dessas forças. Na nova formulação do conservadorismo americano, a proteção da soberania nacional, da comunidade local e da cidadania são temas mais importantes do que a autonomia individual, a defesa do governo pequeno, da globalização e do “laissez-faire”.
    A mudança de orientação desse movimento ainda é um tema pouco explorado e discutido. Eu observo no livro que, para avançar nessa batalha de identidades, alguns políticos conservadores têm recorrido a slogans patrióticos, à defesa da religião, das tradições locais, da família, da comunidade étnica e cultural.
    O nacional-populismo é, afinal, um subproduto dessa mudança. É também um movimento protecionista em termos econômicos. Nesse novo cenário, um denominador comum é a contestação da ordem liberal e das ideias que a sustentam, vistas como antiquadas, limitadoras e incapazes de dar voz aos anseios do povo.
    Ana Flor — A democracia está mesmo em risco?
    Diogo Ramos Coelho — A ascensão de líderes autocratas é um fator que preocupa. Mas eu prefiro uma abordagem focada em nuances, em mudanças mais sutis nos termos do debate. Falo de fraturas, de fissuras. Há uma crise nas ideias que sustentam a ordem liberal.
    Eu menciono no livro que, com o fim da Guerra Fria, acreditou-se que as ideias liberais clássicas triunfariam sem oposição significativa, tanto no ocidente quanto fora dele.
    No entanto, no início deste século, tem crescido a percepção de que o liberalismo já não atende aos anseios populares por igualdade, desenvolvimento, fim da discriminação, afirmação de identidades, laços comunitários e harmonia social.
    Com a crise do liberalismo, emergiu nova era. Para alguns, isso significa libertar-se de estruturas opressivas; para outros, restaurar tradições de um passado idílico.
    Como resultado, muitas democracias, em tempos de crise, têm sido tomadas por uma atmosfera de contestação ao “status quo”. O que se convencionou chamar de “establishment” é percebido como corrupto, opressor e ineficaz.
    Esse descontentamento impulsiona movimentos populistas e nacionalistas, que opõem o “povo” contra as “elites”. Fora do ocidente, a democracia liberal é vista como uma ideologia egoísta, decadente e instável.
    Ana Flor — Qual o impacto desta mudança no Brasil?
    Diogo Ramos Coelho — O Brasil não passa imune a esses movimentos. Há uma tendência nacional, por exemplo, de observar e importar muitos dos temas da política americana, ainda que nossa realidade seja bastante diferente.
    As batalhas políticas, contudo, são apenas algumas das fraturas que eu exploro no livro. Discorro também sobre fraturas nas instituições internacionais, na globalização, sobre os conflitos geopolíticos, o impacto de mudanças tecnológicas, como a Inteligência Artificial, e a importância do espaço digital.
    Hoje, muitos analistas recorrem a categorias simplistas, como a alusão de que vivemos em uma nova “Guerra Fria”, opondo democracias e autocracias. Eu penso que essa divisão não captura as nuances do cenário internacional.
    A disputa entre democratas e autocratas, por exemplo, pode ocorrer tanto dentro dos países quanto entre eles. Vale mencionar, ainda, que muitos países em desenvolvimento têm evitado dividir o mundo nesses termos, buscando manter uma distância pragmática e preservar sua autonomia.
    Esses países, compreensivelmente, estão mais focados em questões como a vulnerabilidade climática, o combate à fome e pobreza, o acesso à energia e investimentos, a preservação de redes comerciais, o progresso tecnológico e melhorias em infraestrutura, saúde e educação.
    A fragmentação global é vista como um obstáculo para enfrentar essas crises urgentes.
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